Voleibol - Divisão A1: Espinho seis anos depois
O Sporting de Espinho voltou, seis anos depois, ao topo do Voleibol nacional. Numa "negra" fantástica, em que tudo parecia decidido no primeiro parcial, o Espinho largou as amarras e venceu, empurrado por um pavilhão em êxtase, de forma categórica, o Vitória de Guimarães por 3-1..
Marco Queiroga, o técnico brasileiro que chegou a Guimarães para alcançar o título, dizia no final do encontro de ontem que o Vitória não teve “coragem” para ganhar o jogo. De facto, a equipa vimaranense entrou furiosa no encontro. Cinco pontos sem resposta condicionaram o desfecho do 1º parcial. O Guimarães manteve a eficácia ao longo do set, fechando a contagem em 21-25. A falta de coragem veio logo a seguir. Com o set na mão, a vencer por quatro pontos de diferença, o Guimarães deixou o Espinho encostar a 21 pontos, e aí os espinhenses revelaram-se demolidores. Quatro pontos consecutivos foram o momento chave da final.
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O Espinho concluiu o parcial com 25-21. No terceiro set o Guimarães entrou, mais uma vez, esmagador. Cinco pontos de vantagem em várias ocasiões e falhas incríveis na equipa de Rui Pedro davam asas ao sonho dos vitorianos. Foi a vez de Miguel Maia lançar perfume pelo pavilhão. Dois pontos consecutivos, um deles num bloco individual, deixaram o pavilhão ao rubro e o distribuidor em brasa para o ataque final. O 25-22, dava garantias ao Espinho para encarar o quarto set. Os tigres conseguiram, no último parcial, o que ainda não tinham feito em toda a final: manter o adversário à distância. No final, Brenha selou o campeonato e fez história, no seu 36º aniversário. O Espinho tornou-se o clube com mais títulos na história do campeonato nacional.
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Maia, uma classe aparte
Um dos maiores jogadores de sempre do Voleibol nacional mostrou ontem, no velhinho Joaquim Moreia da Costa Júnior, mais um pedaço do seu infindável talento. Miguel Maia, exímio distribuidor, encheu o campo como nenhum atleta o conseguiu. Do seu mágico 1.80m, arrancou quase tudo o que se pode pedir a um craque do Voleibol e “roubou” o título à equipa mais bem apetrechada do campeonato. Maia regressou este ano ao seu clube do coração. Formado nas escolas do outro emblema da cidade de Espinho, a Académica, Miguel Maia voltou para cumprir o que ontem se confirmou. Fazer do seu Sporting de Espinho o clube mais galardoado do Vólei nacional. Como grande figura da final, os adeptos dedicaram-lhe a apoteose final.
Um dos maiores jogadores de sempre do Voleibol nacional mostrou ontem, no velhinho Joaquim Moreia da Costa Júnior, mais um pedaço do seu infindável talento. Miguel Maia, exímio distribuidor, encheu o campo como nenhum atleta o conseguiu. Do seu mágico 1.80m, arrancou quase tudo o que se pode pedir a um craque do Voleibol e “roubou” o título à equipa mais bem apetrechada do campeonato. Maia regressou este ano ao seu clube do coração. Formado nas escolas do outro emblema da cidade de Espinho, a Académica, Miguel Maia voltou para cumprir o que ontem se confirmou. Fazer do seu Sporting de Espinho o clube mais galardoado do Vólei nacional. Como grande figura da final, os adeptos dedicaram-lhe a apoteose final.
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